Um refúgio mecânico para as memórias que o tempo não pode apagar
Houve um tempo em que os segredos não viviam em nuvens digitais, mas sim no toque do papel e no brilho de uma fotografia guardada junto ao peito. Esta peça de Lia Frusoni é um portal para essa era — um tributo à estética Steampunk, onde a engenharia e o sentimento se fundem.
Esta não é apenas uma caixa; é um cofre de afetos. Através de camadas de découpage e uma pintura que simula a pátina do tempo, a artista criou um objeto que parece ter sido resgatado de um dirigível vitoriano. No topo, o stencil em relevo confere-lhe uma textura tátil, como se a própria mecânica da peça estivesse viva, pulsando sob os dedos.
Mas o que torna esta obra verdadeiramente única é a sua guardiã. Uma figura silenciosa que protege os seus “tesouros” — aquelas cartas que relemos em segredo ou as recordações que definem quem somos. Ela garante que, num mundo que gira cada vez mais depressa, o que é essencial permaneça seguro, envolto em engrenagens de nostalgia e arte.
(Peça única e exclusiva)